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Agremiações pioneiras, Estácio, Império Serrano, Mangueira, Portela, Salgueiro e Vila Isabel são destacadas na mostra, que conta com um mapa de localização de 72 escolas de samba, 17 rodas de samba e 11 locais de referência, como a pedra do sal.

Com curadoria da pesquisadora Nilcemar Nogueira, neta de Cartola e diretora-executiva do Museu do Samba,a exposição “100 Anos do Samba” conduz o visitante pela história e atmosfera do mais genuíno dos gêneros musicais do Brasil. Os ambientes são ilustrados por pinturas de arte alusivas a épocas e localidades como a Pequena África de Tia Ciata, o Estácio do início do século XX, a Pedra do Sal e o Morro da Serrinha.

O público tem acesso a objetos raros, como o violão usado por Cartola para compor e o manuscrito de “As rosas não falam”, dois instrumentos musicais criados por sambistas também ganham destaque na instalação: o repique de mão, invenção de Ubirany, do Cacique de Ramos, e o agogô de dez bocas, inovação de Ciro do Agogô.

Além de contextualizar histórica e geograficamente a trajetória do gênero, a mostra “100 Anos do Samba” homenageia e coloca como protagonistas do centenário os sambistas dos terreiros, rodas e escolas de samba do Rio. Na instalação “A força feminina do samba”, 19 mulheres tiveram seus rostos (e sorrisos) estampados em pandeiros. Entre as damas retratadas estão Dona Ivone Lara, Alcione, Beth Carvalho, Dona Neuma, Tia Nilda, Tia Surica e Selminha Sorriso.

A programação faz parte do Circuito Cultural Rio e tem entrada gratuita com o Passaporte Cultural Rio

ENDEREÇO

Rua Visconde de Niterói, 1296 - Museu do Samba - Mangueira
Rio de Janeiro - RJ

horário de
Funcionamento

Segunda a sexta, de 10h às 17h

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