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Idealizado por Lu Araújo, que também assina a curadoria, o festival propõe destaque para a diversidade de estilos, foco na música negra e muita representatividade feminina, tendo 60% da programação 2019 composta por mulheres, questão cada vez mais importante para o festival.

Se aproximando da sua 50º edição, acumulando 16 anos de estrada e mais de um milhão e setecentas mil pessoas de público, o MIMO, festival internacional de música inteiramente gratuito, chega em 2019, mais uma vez, com artistas de peso de diversos cantos do mundo. No Rio de Janeiro, o MIMO ocupará pela primeira vez a Fundição Progresso, espaço que acaba de ser tombado como Patrimônio Cultural Imaterial do Rio, em reconhecimento à sua importância arquitetônica, histórica e cultural; o Museu da República e o Cine Odeon.

Entre a mistura de estilos, sempre valorizando o intercâmbio cultural, sons do rap, blues, pop, rock, fado e muitos outros ritmos irão marcar presença. Compondo o time de artistas, nomes de notoriedade e diversidade ocupam a programação que possui line-up diferente nas cidades palco. São eles: diretamente da África Ocidental chegam ao Brasil Amadou & Mariam, o aclamado casal de artistas cegos do Mali, para apresentar a singular combinação de ritmos tradicionais africanos ao blues, pop e rock e que os alçou como referência mundial da música pop-africana. Amadou & Mariam já tiveram como produtores musicais artistas como Mano Chao e Damon Albarn, vocalista das bandas Blur e Gorillaz e se apresentam no Brasil com exclusividade no MIMO Festival.

FESTIVAL MIMO DE CINEMA

Com formato ímpar, que conquistou plateia cativa, o Festival MIMO de Cinema, dirigido pela cineasta Rejane Zilles, traz filmes onde a música é tema central. O Cine Odeon exibirá 26 produções inéditas selecionadas no circuito comercial, nos formatos de curta, média e longa-metragem. Serão exibidas obras como “Dorival Caymmi – um homem de afetos”, de Daniela Broitman, que traz uma viagem pelo universo do cantor e compositor, “Ilú Obá De Min – Akotirenes Yibi Das Mulheres Quilombolas”, de Beto Brant, sobre a luta das mulheres quilombolas, “Viva Alfredinho!”, do histórico bar Bip-Bip, de Roberto Berliner, “O Astronauta Tupi”, de Pedro Bronz, sobre Pedro Luís e “Ele era assim: Ary Barroso”, que conta a história de um dos maiores compositores brasileiros por meio de arquivos de áudio narrados pelo próprio artista, e muito mais.

Confira a programação completa.

Entrada gratuita.

ENDEREÇO

Fundição Progresso, Museu da República e Cine Odeon, -
Rio de Janeiro - RJ

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